quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A revolução tecnológica e Nós

Vivemos na era da revolução tecnológica mas antes dessa o Homem conheceu, entre outras, a Revolução Industrial.
Cada revolução, como o seu nome indica, provoca um certo receio na humanidade, talvez pelo facto de não estarmos preparados para assumi-la com todos os seus prós e contras. Somos seres maleavéis e facilmente influenciáveis, uma vez que não temos os suficientes conhecimentos técnicos para ser objetos e ponderar as suas vantagens e desvantagens. Talvez sejamos as cobaias das grandes firmas que precisam de nós para obter um maior nome e lucro, mas independentemente desse afã permanente das grandes multinacionais de criar necessidades e obter ganhos, temos que reconhecer que o mundo mudou até limites inimagináveis, de há somente algumas décadas, facilitando o nosso quotidiano e melhorando a nossa qualidade de vida.
Graças a todos os avanços acontecidos temos uma vida mais longeva, temos maior disponibilidade para atividades de lazer, para nos documentarmos, informarmos, para adquirirmos novos conhecimentos e estabelecer novas amizades, para nos deslocarmos e conhecer novos países, para satisfazer necessidades alimentares...
Os avanços acontecidos revelam da ficção científica, quem podia imaginar só há alguns anos que
teríamos comboios capazes de alcançar 580 km/h, aviões capazes de atingir 2500 Km/h, telemóveis com múltliplas funções, relógios inteligenbtes com as mesmas funções que um telemóvel, paineis solares...
Que se realizariam clonagens, fecundações in vitro, modificações do DNA.
Uma revolução tecnológica está em andamento e dificilmente pode ser estagnada. Podemos temê-la
pensando que ela representa muitos riscos, como um desemprego crescente, já que os robôs com a sua inteligência artificial vão substituir o homem em inúmeras tarefas, como uma perda de privacidade e de identidade, dado que, talvez, os homens possam ser concebidos em função de desejos específicos.
Vantagens e riscos vão, sem dúvida ligados e o problema principal de todos os avanços é a sua
regulamentação. Leis, normas devem ir ao mesmo compasso dos progressos tecnológicos. Não podemos permitir-nos ter um mundo com duas vertentes e é aqui que os poderes politicos e os mesmos utilizadores têm um papel muito importante a jogar com organismos de controlo, com um uso intelingente, com protestas,etc.

Elsa Méndez, C1 - Tui

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

BOLO DE NOZES E FRUTAS CRISTALIZADAS DA MERCEDES (Nível Básico, Tui)

Ingredientes:

- 250 gr de açúcar
- 250 gr. de manteiga a temperatura ambiente
- 4 ovos
- 250 gr. de farinha
- 1 colher de sobremesa de fermento
- 3 colheres de brandy
- 1 pitada de sal
- 200 gr de frutas cristalizadas cortadas em pedaçinhos
- 100 gr de nozes cortadas em pedaçinhos e tres medias nozes para decorar
- açúcar glass para decorar

Modo de preparo:

Deitar na batedeira o açúcar e a manteiga e bater até misturar bem.
Acrescentar os ovos sem parar de bater
Adicionar o sal e a farinha peneirada com o fermento
Juntar o brandy. Mexer um pouco, só para misturar.
Acrescentar as frutas confeitadas e as nozes.
Untar e enfarinhar a forma.
Deitar a massa nela.
Assar no forno pré-aquecido a 180º por 50 minutos ate que esté bem cozido por dentro (espetar un paucinho no bolo para comprovar)
Tirar do forno, deixar arrefecer um pouco e desenformar

Polvilhar con açúcar glass e decorar con meias nozes

Tarte de queijo e nozes da Margaret (Nível Básico, Tui)

Ingredientes:


- Para a base:
l  Bolachas Maria.
l  50 gr. Manteiga.
l  Vinho do porto.

- Para o enchimento:

l  400 gr. Creme de queijo
l  5 ovos
l  100 gr. de açúcar

- Para a decoração:

l  1 boião de geleia de morango
l  Nozes cortadas em pedaços


Preparação:

- Para a base:

Trituram-se as bolachas Maria (1 ou 2 pacotes), mistura-se com a manteiga derretida e junta-se um pouco de vinho do porto ou outro licor (ao gosto), mistura-se tudo muito bem e deita-se numa forma desmontável.

- Para o recheio:


Deitam-se numa tigela os ovos, o creme de queijo, o açúcar e bate-se tudo muito bem. Esta mescla deita-se por cima da base das bolachas Maria e põe-se ao forno pré-aquecido até coalhar. Quando coalhar cobre-se por cima com a geleia que mais goste, logo põe-se as nozes por cima para cobrir e põe-se outra vez ao forno para gratinar. 

Meada com peru da Paula (Nível Básico, Tui)




Ingredientes:

Queijo
Meada (200g)
Peru (200g)
Alho francês
Curgete
Pimento vermelho e pimento verde
Cenoura
Molho de soja
Azeite virgem extra
Sal


Preparação:

Pegamos numa panela com meio litro de água, uma pitada de sal e um fio de azeite, pomo-la a aquecer e ao mesmo tempo fatiamos os legumes e o peru. Já com a água quente juntamos a meada durante mais ou menos 15 minutos para estar bem passada.
Numa frigideira com uma colher de azeite deitamos os legumes e o peru fatiados. Quando estiver feito junta-se a meada, sempre a mexer com uma colher.

Quando for á travessa polvilhamos com queijo em pó.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Tarte de maçã da Alice - a despedida

Tarte de maça

Ingredientes:
4 maçãs
2 ovos
180 gr farinha
100 gr de açúcar
½ fermento
175 ml leite
175 gr frutos do bosque
Confitura de albricoque

Confecção:

Põe-se a farinha, o fermento, os ovos , o açúcar ,duas maçãs e o leite, mistura-se e põe-se numa batedeira.
Deita-se numa forma e unta-se com manteiga, borrifa-se com a farinha . Pela-se duas maçãs, corta-se em pequenos pedaços .
Coloca-se no forno a 180 durante 45 minutos. Deixa-se arrefecer um pouco, tira-se a forma e pinta-se com um pincel e pinta-se com compota de alperce.
Enfeita-se a tarte de maçã com frutos do bosque .
Dica: Ás vezes, pode-se esquentar a tarte e mistura-se com gelado. É uma variante da tarte de maçã, chama-se tarte tatin.
 
Alicia Fernández de la Pradilla Meijide

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Girassol de Espinafres da Mª Luz

GIRASSOL DE ESPINAFRES

INGREDIENTES:
2 lâminas redondas de massa folhada
400 gramas de espinafres
300 gramas de queijo cremoso ( ricota, mascarpone,...)
40 gramas de queijo parmesão
1 ovo
pão ralado
1 ovo para pintar
sementes de gergelim ou girassol

PREPARAÇÃO:
Misturar os queijos com o ovo com uma batedeira, juntar com os espinafres cozinhados e mexer tudo.
Pomos uma das lâminas no tabuleiro do forno e polvilhamo-la com o pão ralado (por si a espinafre solta líquido) fazendo uma circunfêrencia no centro e depois um anel à volta da massa, deitamos a mistura em cima do pão, pincelamos com o ovo batido a beira da massa e colocamos a outra lâmina em cima, juntamos bem com um garfo. No centro em cima da circunfêrencia pomos uma tigela para facilitar os cortes.
Iniciar os cortes desde o borde da tigela até ao bordo da massa. Primeiro quatro em cruz; depois outros quatro na metade destes e finalmente outros oito equidistantes aos cortes realizados. Em total dezasseis cortes ou raios repartidos na coroa do folhado.
Retirar a tigela, pincelamos com o ovo e pomos as sementes no centro. Depois giramos cada raio 90º de maneira que o seu extremo fique perpendicular ao tabuleiro do forno.Temos que ter cuidado de que o giro não provoque a separação do círculo central. Assar a 200º até que tenha cor dourada.


DICA:
Os espinafres podem-se cozer com água ou na frigideira com um pouquinho azeite. Se gostar de um sabor mais forte ponha um queijo diferente.

Pode-se ter preparado e guardar no frigorífoco, pois cozinha-se rápido e é muito bom quente, mesmo que também sabe frio.

Nota: Aprendi esta receita numa aula de cozinha de Montse Alonso.

María Luz López Grande
Básico Integrado.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Portugal, um retrato social: cidadãos


Nos últimos 50 anos Portugal tem vivido uma série de mudanças que transformaram o país no âmbito económico, político, social e cultural.

Nas décadas dos 60 e 70 a maioria dos portugueses passavam fome e frio e não iam à escola. 

A partir dos anos 80 as famílias começam a melhorar. A incorporação das mulheres ao mundo laboral foi determinante para o aumento da qualidade de vida. Mais rendas nas famílias traduz-se em mais comodidades. As pessoas podem comprar carros, aparelhos de televisão, máquinas de lavar roupa, e até mesmo podem tirar umas férias.

De acordo com o documentário, a diferença entre as classes baixas e altas era e continua a ser a maior da Europa. No entanto, é importante destacar que nos anos 90 esta desigualdade tinha diminuído imenso. Crescera a classe média sobretudo nas áreas de serviços e administração. Contudo, nestes anos de crise, as diferenças sociais começam a aumentar outra vez. Os ricos têm mais dinheiro e os pobres vivem precariamente.

Deixando a um lado o tema ecónomico é preciso falar também das atividades de lazer. Foi importante a abertura ao mundo que experimentou o país. Isso fez possível o aumento de espetáculos, museus e concertos para que os portugueses se pudessem entreter.

Se falamos de diversão, uma coisa que não mudou foi a paixão pelo futebol. Todos os portugueses são suportes de alguma equipa de maneira que o país fica parado quando joga a sua selecção.

Mas não todas as mudanças foram boas. Enquanto no passado as refeições convertiam-se no momento da reunião familiar, hoje em dia, não acontece isso. As crianças almoçam na escola, e ao jantar tomam qualquer coisa sentados no sofá diante da televisão. Falta comunicação. 

Os rapazes hoje têm mais liberdade, começam antes no sexo e podem comprar drogas com muita facilidade.

Para concluir, quero dizer que, embora seja impossível adivinhar o futuro, na mina opinião este será muito difícil em todos os âmbitos.



María Rodríguez Martín

Avançado 1

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sopa de alho francês da Maria


Ingredientes

Alhos franceses:3
Batatas médias: 2
Cebola: ¼
Natas: 3 colheres de sopa
Azeite: q.b.
Sal: q.b.
Agua: q.b.

Descascar os alhos franceses, as batatas e a cebola, e picá-los bem Alourar bem os legumes picados na panela com uma base de azeite durante 20-30 min. Adicionar o sal e a água até cobrir. Deixar cozer mais meia hora e depois, ao estar tudo bem cozido, passar os legumes para que nenhum fique inteiro. Adicionar as natas e passar mais um pouco.


Bom apetite!

Coulant de Chocolate do Alexandre


(para 6 pessoas)
·       200 gramas de chocolate( mais de 50% de cacau)
·       200 grs de manteiga, e mais um bocadinho para barrar as formas.
·       100 grs de farinha forte, (se você não tem farinha forte ,acrescenta 1 carteira de fermento Royal   e 100grs de farinha frouxa)
·       50 grs de açúcar
·       3 ovos mexidos






Elaboração
·       Aqueça o forno a 200ºC
·       Barre as formas com manteiga
·       Derreta o Chocolate com a manteiga
·       A seguir , acrescentar a farinha e mexer
·       Depois adicionar o açúcar e bater. Deixar arrefecer um bocadinho
·       Acrescentar com os ovos mexidos e rechear as formas (não preencha muito, para não transbordar)
·       Meter ao forno , ficar à espera de 8 a 10 minutos

DICA: Consumir melhor em quente, e que não se façam muito para não ficarem secos.


BOM PROVEITO

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

CAVALAS AO FORNO


(Fácil e económica)

INGREDIENTES (Para 2 pessoas)
-2 cavalas médias, frescas, abertas e salgadas a gosto
-azeite, por volta de 3 colheres de sopa
-4 dentes de alho inteiros e descascados
-1 limão para sumo
-4 batatas médias descascadas
-1/2 copo de vinho branco verde
-salsa
-1 folha de louro (se gostar)
-sal q.b.


PREPARO

Num tabuleiro de forno deita-se o azeite e molha-se o fundo, colocam-se as batatas cortadas em rodelas molhadas em azeite e salgadas, os alhos e o louro e leva-se ao forno 45´ a 160º.
Depois colocam-se as cavalas acima das batatas, regam-se com o sumo do limão e quando passarem 30´deita-se o vinho, aguarda-se 15´e estão prontas para servir. Acompanhem-se de broa e vinho Dão (prescindível).


Bom apetite!


(Receita do Vicenzo)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Entrevista ao escritor timorense Luís Cardoso


-Sempre quis ser escritor? Gosta que os críticos se refiram a si como porta-voz da literatura timorense?
Não. Sempre gostei de escrever. Colocaram-me na testa o estatuto de escritor quando as críticas literárias começaram a aparecer de uma maneira positiva com o primeiro livro.

- Porque os seus livros têm sempre a ver com Timor?
Porque neste momento ainda tenho muito para falar sobre Timor. Matéria prima não me falta. Talvez um dia me apeteça falar de outra gente, outra terra. 

-De que coisas tem saudade de Timor?
Da minha infância.

-Poderiam ser os seus livros sejam uma maneira “amável “ de conhecer a história do seu país? Sente-se um pouco historiador da sua pátria?
Não, eu faço ficção. Obviamente arranjo enredos que tenham a ver com a história de Timor.

-Quais são os seus próximos projectos?
Em Julho faço a apresentação do meu último livro em Timor. Preparo-me para esse evento. É a primeira vez que sou convidado pela Secretaria de Estado de Artes e Cultura de Timor-Leste a fazer a apresentação do livro em Timor. Depois dar início ao novo livro que tenho na minha cabeça.

-O que significa para o Luís Cardoso que o seu livro Crónica de uma Travessia seja considerado o primeiro romance timorense?
Nada. Aconteceu apenas por uma questão de oportunidade. Ser o primeiro ou o último não interessa. Foi apenas uma questão de tempo.

-Sendo poliglota, nunca pensou em escrever em outra língua que não fosse o português?
O português é a minha língua de escrita. Aprendi a escrever nessa língua. É nessa língua que me sinto bem quando escrevo. Mas todo o meu imaginário encontra-se em língua tétum. 

-Como é possível que a religião católica coexista com a tradição mágica em Timor sem evocar conflitos?
Os timorenses são essencialmente religiosos e supersticiosos. Creio que no início teve algum conflito dado que a disseminação do cristianismo foi feita a par da colonização. Mas depois os timorenses assimilaram-no sem problemas por motivos que prendem com o facto dos missionários terem tido uma atitude diferente das autoridades administrativas. Abriram escolas em sítios remotos para filhos de nativos.

-Poderia emitir uma opinião sobre o Acordo Ortográfico, que pretende unificar algumas normas ortográficas e gramaticais para os países de língua oficial portuguesa?
O acordo ortográfico é necessário para a uniformização da escrita em língua portuguesa. Mas isso não impede que cada povo a reinvente à medida da sua própria cultura e identidade.

-Gostaria de deixar alguma mensagem para os alunos da EOI?
Não tenho nenhuma mensagem especial senão um grande abraço por me terem recebido sempre com gentileza de todas as vezes em que aí estive como convidado.

-Dentre as suas diversas leituras, poderia dizer que foi influenciado por algum ou alguns autores em particular?
Todos os escritores e todos os livros me influenciaram. Mesmo os maus livros. Se existe um livro que eu gostaria de ter escrito? Certamente a Bíblia. No princípio era o verbo...  
Pesquisa e entrevista por:

Ana Balado, Patrícia Mata, Sabela Morais, Montserrat Natividad, Rosa Rodríguez, María Rodríguez, Nuria Lago (Nível Intermédio)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

PONTE DE LIMA: A Vila mais antiga e florida de Portugal



Eu proponho uma visita a Ponte de Lima, a vila mais antiga e florida de Portugal, no coração do Vale do Lima e paso obrigado no Caminho Português a Santiago.

Uma Vila (pois não quis ser cidade) óptima para pasar um dia agradável , respirando história, cultura, arte, tradições, ambiente….

Podemos dedicar a manhã a dar um passeio pelas ruas, entre imponentes fachadas góticas, maneiristas, barrocas, neoclássicas e oitocentistas. E visitar os teatros, os  museus, e muitos mais edifícios que guardam a enorme cultura que nos oferece a vila em qualquer recanto. 

Temos de atravessar o rio pela ponte que deu nome à vila. Da primitiva, construída pelos romanos, resta um troço na margem direita do Lima. E parar um minuto para desfrutar da vista para o rio da ponte, e as suas águas transparentes, tranquilas no seu percurso pela vila.

E como a gastronomía também é importante,  convido-vos a provar um saboroso arroz de sarrabulho ou um bacalhau de cebolada acompanhado de um vinho verde para recuperar as forças.

O respeito pelo ambiente em Ponte de Lima complementa-se com a sua beleza natural. Assim, na vila e arredores existe um conjunto notável  de jardins que convidam aos passeios e a um descanso relaxante.  À tarde, no parque temático do Arnado, quatro jardins conduzem-nos pela história da arte dos jardins: O jardim Romano, o Labirinto, o Renascença e o Barroco. Ainda na margen direita, os campos do Arnado são mais um aprazível e ajardinado local para os amantes dos espaços verdes, com  um fácil acceso às àguas frescas do rio. 

Na margem esquerda, a avenida dos Plátanos, o Jardim dos Terceiros e o Parque da Guia obrigam a uma nova paragem. E ainda mesmo no centro da vila encontramos muitos mais recantos verdes para o lazer e o descanso.

Por último, de referir ainda que, recentemente, no âmbito do Prémio Europeu de Turismo e Ambiente, o concelho de Ponte de Lima foi incluído na lista dos oito melhores destinos europeus.  Têm de descobrir .

Ana Elena Blanco Montero, Básico Integrado

quarta-feira, 29 de maio de 2013

UM DOMINGO EM BELÉM



O bairro de Belém fica em Lisboa, em frente ao rio Tejo. É uma parte da cidade cheia de monumentos e com muita atividade cultural. É bom visita-lo um domingo de manhã já que a entrada é livre até às 14h00 em muitos dos locais a visitar (Torre de Belém, Claustro do Mosteiro, Museu da MarinhaMuseu de Arqueologia, Museu da Presidência da República, Museo dos Coches).

A visita começa o domingo às 9h30 na paragem do elétrico em Cais de Sodré (final da linha verde do metropolitano), para apanhar o elétrico número 15E. Durante a viagem podemos disfrutar da paisagem, especialmente ao passar por baixo da Ponte Vinte e Cinco de Abril, mas também não devemos esquecer ficar atentos aos carteiristas. Em mais ou menos meia hora chegamos ao Largo Princesa, o nosso destino.

O primeiro local que visitamos é a Torre de Belém, classificada “Património Cultural de toda a Humanidade” pela UNESCO. De estilo manuelino, trata-se duma fortificação do século XVI construída como porta da cidade para defender o porto de Lisboa. 


 
Perto da Torre de Belém podemos visitar o monumento dedicado aos mortos da Guerra Civil.

Continuamos o nosso percorrido pela beira do rio até o Padrão dos Descobrimentos, monumento construído en 1960 em forma de navío, no que podemos ver as figuras das personagens mais importantes que participaram nos descobrimentos portugueses. No interior tem sala de exposições e no topo há um miradouro (bilhete 3,00 €) que nos permite contemplar uma fantástica vista do rio e do bairro. Aos pés do monumento, vê-se uma rosa dos ventos e, no seu centro, um mapa mundi com os anos de chegada das expedições portuguesas.




Utilizamos a passagem subterrânea para chegar à Praça do Império. À esquerda da praça, visitamos o Centro Cutural de Belém e o Museu Coleção Berardo, de arte moderna (entrada gratuita). A esplanada do restaurante é o lugar ideal para tomar uma refeição ligeira com vistas sobre o rio Tejo.





Após o almoço, visitamos o Mosteiro dos Jerônimos, classificado “Património Cultural de toda a Humanidade” pela UNESCO. Construído no século XVI, é uma das obras fundamentais do estilo manuelino. Destacam a igrexa, o claustro e o refeitório, salão revestido de azulejos. No mosteiro estão sepultados portugueses famosos como Vasco da Gama, Luís de Camões e Fernando Pessoa.




Se ainda é relativamente cedo, vale a pena visitar o Planetário Calouste Gulbenkian (bilhete 4,00 €), o Museu da Marinha e o Museu de Arqueologia.

Caminhamos pela rua de Belém até o número 90, onde fazemos uma paragem obrigatória na Antiga Confeitaria de Belém (1837) para tomar um café nas suas salas decoradas com azulejos e experimentar os deliciosos pastéis de Belém polvilhados de canela e açucar em pó.

Continuamos seguindo pela rua de Belém até o Museu da Presidência da República. Aqui encontramos informações que explicam o papel dos presidentes e a origem de alguns dos símbolos nacionais. Aos sábados também é possível visitar o Palácio de Belém e os Jardins do Palácio, a actual residência oficial do presidente da república.

Seguimos sempre em frente, e na esquina com a Calçada da Ajuda fica o Museu Nacional dos Coches, que reúne uma coleção singular de coches, berlindas e carruagens reais.

Para finalizar a nossa visita pela zona podemos passear pelos seus jardins.

De regresso ao centro da cidade, podemos fazer uma última paragem na rua das Janelas Verdes 96, para jantar no restaurante Picanha e experimentar uma refeição típica brasileira com picanha acompanhada de feijão, arroz, batata assada, salada e molhos vários.

https://maps.google.es/maps/ms?msid=212486543291064445824.0004ddb71207f14abdce7&msa=0&ll=38.695174,-9.207079&spn=0.010132,0.021136&source=gplus-ogsb

Eva da Cruz Fachado


TARTE DE QUEIJO


Ingredientes:
½ litro de leite
½ litro de natas
¾ copo de açúcar
2 carteiras de coalhada
1 pacote de queijo cremoso (Philadelphia)
1 pacote de bolachas tostadas
1 garrafa de caramelo líquido
Preparo:
Preparamos a forma para bolos cobrindo o fundo e os lados com o caramelo líquido.
Depois, juntamos num tacho o leite, as natas, o açúcar, a coalhada e o queijo cremoso. Levamos a mistura ao lume (lume brando). Enquanto isso, passamos com a varinha mágica até ferver.
A seguir, recheamos a forma com a mistura e a cobrimos com as bolachas. Deixamos arrefecer um pouco a temperatura ambiente e depois o deixamos solidificar no frigorífico pelo menos umas 4 horas.
Tiramos a forma dando-lhe a volta e já está pronta para servir.


Eva da Cruz Fachado, Básico Integrado (A2)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Saquinhos de massa brick com tâmaras e queijo


Ingredientes:

Folhas de massa brick
Queijo de cabra
Tâmaras
Cebolinho


Preparo:

Preaquecemos o forno a 180ºC.
 
Abrimos as tâmaras e tiramos o caroço. Cortamos o queijo e as tâmaras em cubos pequenos e misturamos tudo num recipiente. Em cada folha colocamos uma colherada da mistura no centro. Fechamos os saquinhos com cebolinho fresco, formando uma trouxa. Vai ao forno durante 10 minutos. Servimos quente.

Areta Bolado, Básico Integrado

Um dia em Sintra


Sintra é uma vila portuguesa no Distrito de Lisboa. Existe todo um património litetrário que transformou esta Sintra numa referência quase lendária.

Podemos encontrar em Sintra testemunhos de praticamente todas as épocas da história portuguesa e, não raro, com uma dimensão que chegou a ultrapassar, pela sua importância, os limites deste território.

Também de uma plêiade de conventos de meditação entre penhascos, bosques e fontes: de igrejas, capelas e ermidas, pólos seculares de fé e de arte; enfim, uma unidade cultural intacta numa plêiade de vestígios arqueológicos que apontam para ocupações várias vezes milenárias.


Como chegarem

Se queremos ires de Lisboa podemos apanhar um comboio urbano a linha Azhambuja-Lisboa-Sintra , Á comboios cada pouco tempo 35 minutos. Na ultima estação é onde temos que descer.

Na salida da estação de comboios á padarias onde podemos recuperar a força com doces típicos

Que Visitar

Na saída da estação dos comboios podemos apanhar uma linha de comboio com percurso circular que nos leva ao Castelo dos Mouros e ao Palacio da Pena.

Castelo dos mouros

O Castelo dos mouros é um castelo medieval. O monumento apresenta uma planta orgânica (adaptada ao terreno) cerca de 450 metros de perímetro e 12.000 m² de área. As suas muralhas são constituídas por uma cintura dupla, exterior e interior. A Leste ainda são visíveis troços da muralha exterior, onde se localiza a porta em rodízio de acesso ao recinto. Além das muralhas ameadas, torres e adarves, o conjunto é completado por diversas rampas e escadarias de acesso.
A muralha apresenta cinco torres; A torre na cota mais elevada do terreno, conhecida também por Torre Real, é acedida através de uma escadaria de 500 degraus.
No interior do castelo, próximo ao Portão de Armas, ergue-se uma igreja devotada a São Pedro. É de estilo românico, de pequenas dimensões.

Há que comprar bilhete, os preços são:

ÉPOCA ALTA 2013.CASTELO DOS MOUROS. excelente vista sobre a serra e o mar

CRIANCA. até 5 anos.gratuito
JOVEM. até 17 anos.6 euros
ADULTO. até 64 anos.7 euros
SÉNIOR. 6,5 euros
LISBOA CARD 5 euros

FAMÍLIA (2 adultos e 2 jovens).25 euros
Dica: se vai visitar tambem o Palácio da Pena, a Monserrate ou os Capuchos era bom comprar um bilhete combinado
Dica: se vai visitar também o Palácio da Pena pode apanhar um autocarro no castelo para ir até lá.



COMBINADOS. bilhetes combinados com redução de preços (válido por 30 dias)

PENA + MOUROS ou MONSERRATE ou CAPUCHOS .17 euros| Família54 euros

PENA + PALÁCIO DE SINTRA.2
1euros| Familia66 euros

PENA + PALÁCIO DE SINTRA + MOUROS.25euros| Família 81 euros

PAISAGEM CULTURAL DE SINTRA.
32 euros| Familia 114 euros
Pena + Palácio de Sintra + Mouros + Monserrate + Capuchos




Palacio da pena


Representa uma das melhores expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa. Em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete maravilhas de Portugal.

Dica: É recomendável levar roupas confortáveis e também sapatos confortáveis. Não é recomendável ir com sapatos de salto alto.
Dica: A visita aos Jardins é indispensável, são maravilhosos.
Ao finalizar a visita, apanhamos o mesmo autocarro de percurso circular e voltamos ao centro de Sintra.
No centro podemos procurar um restaurante para almorçar. Um restaurante muito agradável é o restaurante Alcobaça. Está localizado na parte antiga da cidade. Também está decorado como se fosse uma caverna com estalactites. A comida é muito boa e o tratamento é requintado.

Depois do almoçco podemos visitar o Palacio de Monserrate


Palacio de Monserrate




É um exemplar sugestivo do Romantismo português, ao lado de outros palácios na região, como o Palácio da Pena.

A história deste Palácio é curiosa: Em 1856, a quinta foi adquirida por Sir Francis Cook, um milionário inglês ligado ao comércio. Dois anos depois, Sir Francis Cook trouxe para Sintra, com o objetivo de recuperar a quinta, o arquiteto James Knowles Jr., que se rodeou ainda de três homens talentosos: William Stockdale – paisagista, Francis Burt – jardineiro, e William Nevil – botânico.

Estes homens, inspirando-se nos ideais do Romantismo, criaram jardins mágicos, cheios de surpresas tais como clareiras, relvados, bosques e vegetação exuberante trazida dos mais variados lugares do mundo, num total de mais de mil espécies conjugadas sabiamente.

Em Sintra há muitos lugares interessantes para ver, mas para um dia de visita estes são os mais representativos da cidade.



Outros monumentos interessantes para visitar
Museo do brinquedo
Quinta da Regaleira


Dica geral: vestir roupas confortáveis, sapatos confortáveis, querer passar um dia de caminhada. Também é recomedável, se está a visitar a Lisboa, comprar a Lisboa Card já que assim terá descontos nas visitas aos monumentos de mas importância, assim como no transporte público.

O poeta romântico Lord Byron descreveu Sintra para a sua mãe, numa carta, com estas palavras:
"Sintra pode ser o lugar mais charmoso da Europa em todos os aspectos; contém belezas de todos os tipos, naturais e artificiais Há palácios e jardins que se erguem em meio a rochas, catarata e precipícios, conventos formidáveis sobre picos, vista para o mar e para o rio na distância ... Ele traz consigo toda a imensidão da Escócia e da vegetação do sul da França “.


Viviana Lage, Básico Integrado

Visita a Ponte de Lima

Podíamos dar um Passeio.

Preve-se um bom tempo para este fim de semana , e queria fazer um convite aos meus

colegas , para ir a Ponte de Lima . Um lugar onde podemos tomar um banho no rio,

podemos fazer um piquenique, visitar os locais históricos, passear pela ponte, visitar as feiras

do domingo, fazer compras... Podemos combinar para sair da minha casa às 09:00 horas , de

autocarro, ou podemos sair de Comboio; mas não gosto do Comboio, prefiro ir de autocarro.

Podemos levar lanche, refrigerante e alguma otra coisa que queiram levar .

Si algém não pode ir, deve ter dito antes do sábade. Eu sei que a Susana não pode porque tem

um exame na segunda .Queria alguma sugestão para este convite , pois não sei se estará tudo

bem.

Román, Básico Integrado


Visita a Lisboa


Começaremos a nossa visita no bairro da Graça. Iremos ao seu miradouro desde onde poderemos observar toda a cidade. Lá falaremos dos locais que vamos visitar durante o dia. Depois, apanharemos o elétrico até Alfama para admirar o miradouro Jardim Júlio de Castilho e a seguir subiremos ao Castelo de São Jorge. Tomaremos o almoço no Castelo, maravilhados pelas grandes vistas que nos oferece da cidade. Depois de almoçar apanharemos o elétrico até ao centro de Lisboa.

À tarde visitaremos a Praça do Comércio, antes principal entrada marítima da cidade, onde podemos observar a estatua do Rei José, rei de Portugal na altura do terramoto de 1755, e o arco que conduz à Rua Augusta, cheia de lojas. Caminharemos até a Praça de D. Pedro IV, conhecida como a Praça do Rossio, onde visitaremos a igreja de São Domingos que ardeu em 1959 e reabriu ao público em 1994 sem esconder as marcas do incéndio. Também admiraremos a beleza do Teatro Nacional D. Maria II e a Estação do Rossio. Seria recomendável visitar a Casa do Alentejo que destaca pela sua arquitetura; já que foi um Palácio que pertenceu à família Paes de Amaral e também um dos primeiros casinos da cidade.

Já no fim da tarde passearemos até à Praça dos Restauradores, onde poderemos ver a maravilhosa arquitetura dos edifícios circundantes, para apanhar o elevador da Glória que nos leva ao Bairro Alto. Ao chegar ao cimo, observaremos as formosas vistas do centro de Lisboa a partir do Miradouro de São Pedro Alcântara.

Por último iremos pela rua da Misericórdia até à Tasca do Chico, uma casa de Fados onde poderemos jantar e ouvir o antigo fado, assim como as novas expressões do mesmo, rematando a nossa visita a esta cidade maravilhosa num ambiente quase mágico.




Leticia Rodríguez Pais - Básico Integrado

domingo, 19 de maio de 2013

Descobrir a cidade do Porto

Vamos a fazer uma viagem para descobrir a cidade de Porto.
Primeiro faremos uma visita pelo centro histórico, que foi classificado pela UNESCO como património histórico da humanidade em 1996.

Depois visitaremos a Torre dos Clérigos. É uma torre sineira parte da Igreja dos clérigos construída entre 1754 e 1763, a partir de um projecto de Nicolau Nasoni.

A torre foi a última construção do
conjunto dos Clérigos, dos quais fazem parte a igreja e uma enfermaria. Está decorada segundo o estilo barroco, com esculturas de santos, bem acentuadas. Tem seis andares e 75 metros de altura, que se sobem por uma escada em espiral com 240 degraus e além disso a altura da sua construção, foi o edifício mais alto de Portugal. O que chama a atenção é que no alto da torre podemos ver o centro da cidade do Porto.

Também não podemos deixar de visitar a fundação de Serralves que está localizada no Parque de Serralves (que tem 3,5 hectares e vestígios de um jardim do
século XIX) onde está instalado o Museu de Arte Contemporânea (inaugurado em 1999), que apresenta obras de arte de vários artistas contemporâneos. São, também, expostas, ao lado da flora típica do norte de Portugal. A colecção do museu é essencialmente constituída por obras realizadas desde finais da década de 60 até aos dias de hoje.

Logo faremos um recorrido pela Foz, já que é uma zona altamente turística e considerada por muitos a mais bela zona da cidade, porque é possível conjugar a beleza do Oceano Atlântico com um romântico passeio marítimo.

Mais tarde faremos uma turné pelo Mercado do Bolhão (um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, as suas origens remontam a 1839) que conta com uma estrutura própria da arquitectura neoclássica e é famoso pelos seus vendedores que se distribuem por dois pisos do local.

Neste local conseguem-se produtos frescos, sobretudo alimentares. Os vendedores estão divididos em diferentes secções especializadas, designadamente: zona de peixarias, talhos, hortícolas e florais. Na parte exterior do edifício existem lojas de outras variedades, como vestuário, cafetaria, perfumarias, etc.

Para acabar o dia de passeio pela cidade do Porto, aproveitaremos para ir desfrutar do jogo de mais rivalidade do futebol português: FC Porto vs Benfica. Estas duas equipas são as mais laureadas no futebol luso com duas taças dos campeões da Europa cada um. Jogam no Estadio do FC Porto, chamado "Dragão", construído para ser sede de alguns jogos do Campeonato Europeu de Futebol de 2004 e com capacidade para 50 mil espetadores.

Agora, o benfica tem uma vantagem de dois pontos sobre o Porto no campeonato e faltam dois jogos para acabar. Por isto se espera que o jogo seja de máxima intensidade e que a equipa local saia à relva desde o início com a firme intenção de anotar um golo e ganhar

René Solla, Básico Integrado