terça-feira, 12 de março de 2013

PIZA À MODA DO XABIER



Ingredientes:
Sal
água
azeite
farinha
fermento
tomates naturais
pimentos vermelho e verde
cebolas
queijo ralado

Preparo:
Mexe-se numa tigela a água, o azeite, o fermento e a farinha para fazer a massa. Uma vez misturada, a massa deve repousar 30 minutos. Enquanto isso, cortamos os tomates em rodelas e os pimentos e cebolas aos pedaços. A seguir, estendemos a nossa massa o mais fina possível e preaquecemos o forno a 220º. Numa travessa colocamos um papel de cozinha e colocamos a massa esticada em cima. A seguir colocamos as rodelas de tomate, seguidos das cebolas e pimentos. Adiciona-se um pouco de sal e depois o queijo ralado e um pouco de azeite. A seguir mete-se ao forno durante 20-30 min. Ao gosto do cozinheiro.

POLVO GRELHADO À MODA DA CARMEN



Ingredientes:

Polvo cozido
4 ou 5 dentes de alho
1 cacho de salsa
250cc. azeite virgem extra

Preparo:

Corta-se o polvo às lascas. Misturam-se os dentes de alho picados e a salsa também picada com o azeite. Com este molho, tempera-se o polvo e passa-se na grelha até apanhar uma cor dourada. Serve-se na travessa com o molho na molheira. Pode-se acompanhar também com batata cozida. Para beber, acompanha-se com tinto maduro.

EMPADA DA LAURA


Ingredientes:

Camadas de massa
1 courgette
1 pimento verde e 1 vermelho
1 cebola
1 tomate
molho de tomate
atum

Preparo:

Cortam-se os vegetais, frita-se tudo numa frigideira. Uma vez frito, adiciona-se o atum e o molho de tomate. Mexe-se bem e pega-se na camada de massa e estende-se na travessa do forno e recheia-se com os ingredientes da frigideira. Tapa-se com a outra camada e fecham-se os bordos. Bate-se um ovo e pinta-se a empada. Já está pronta para ir ao forno. Vai ao forno 30 minutos 220º.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MOQUECA PRÁTICA DE CAÇÃO

INGREDIENTES
1kg de peixe tipo cação em postas ou pedaços
Suco de 1 limão
1 suco de caldo de peixe esfarelado
1 cebola grande fatiada
1 pimentão verde médio fatiado
 1 pimentão vermelho grande fatiado
3 tomates fatiados
Sal a gosto
¼ de xícara (chá) de coentro picado
2 colheres (sopa) de azeite-de-dendê
1 vidro de leite de coco (200 ml)

PREPARO

Em uma panela grande, coloque o peixe, tempere com o suco de limão e caldo de peixe esfarelado. Por cima do peixe faça camadas de cebola, de pimentão verde, vermelho e de tomates. Tempere com sal e polvilhe com o coentro. Regue com o azeite-de-dendê e o leite de coco. Tampe a panela, leve ao fogo alto e cozinhe por 10 minutos, sem deixar queimar. Sirva em seguida acompanhada de arroz branco.

Ana Santana Ruibal

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Francesinha

A Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto.
Há diferentes teorias sobre a origem do prato. Uma delas remonta-o ao contexto da Guerra Peninsular, afirmando que as tropas napoleónicas costumavam comer umas sandes de pão de forma, onde colocavam toda a espécie de carnes e muito queijo. Mais uma teoria, e mais actual, atribui a criação do prato a um emigrante português que, tendo trabalhado em França, ao retornar para Portugal, criou a francesinha como tentativa de fazer uma versão lusa do “croque-monsieur” à portuguesa.
Esta sanduiche é uma explosão calórica que é constituída por linguiça, salsicha, fresca, fiambre, carnes frias e bife, coberta com queijo. É guarnecida com um molho feito à base de tomate e cerveja. Costuma acompanhar-se com batatas fritas e ovos estrelados.
Existem diferentes variedades de francesinhas; com cogumelos, bacalhau, atum, vegetais... Desde as mais ligeiras e vegetarianas até às mais carregadas e calóricas.
A Francesinha é um petisco de culto em toda a zona norte do país, em particular no Porto. Não admira, pois, que tenham surgido ao longo dos tempos as inúmeras e diferentes variedades de francesinhas e as ideias criadas para as homenagear.
Exemplo disto é o festival da Francesinha para oferecer aos visitantes a possibilidade de degustar as diferentes especialidades delas, ao ritmo da música e animação.
Em Abril de 2011, o sítio web Aol Travel, considerou-a como uma das 10 melhores sanduíches do mundo, considerando que esta iguaria portuguesa, apesar do seu diminutivo, de “pequena tem muito pouco”.
Por tudo, animo-vos a as experimentar, mas, com certeza, com o estômago pronto ou com mais um comensal para a compartilhar.

Irmandade da Francesinha http://www.irmandadedafrancesinha.com/
1º Festival da Francesinha http://noticiasdegaia.wordpress.com/2011/07/04/
1%C2%BA-festival-da-francesinha/
Francesinha entre as melhores sandes do mundo http://www.jn.pt/PaginaInicial/
Sociedade/Interior.aspx?content_id=1837871&page=-1
Portuenses ilustres falam das melhores Francesinhas http://fugas.publico.pt/
RestaurantesEBares/284923_a-minha-francesinha-e-melhor-do-que-a-tua

Estefanía Lafuente

terça-feira, 13 de março de 2012

Viagem a Birmânia

A minha estadia em Birmânia está inserida numa viagem de vários meses a outros países da Ásia como o Tibete (China)ou Nepal feita há 9 anos. O último destino foi Birmânia com o tempo máximo de um mês, que é o permitido pela Junta Militar no poder -envolvida em grandes protestos internos e controvérsia internacional.
A primeira observação sobre a viagem seria salientar a dificuldade em conseguir vistos como viajante independente. Na Europa apenas existia uma embaixada deste país localizada em Paris; no meu caso tive que o conseguir na Embaixada de Kathmandu, capital do Nepal, passando uma entrevista pessoal ao vivo. É preciso ser muito cuidadoso e não dizer nada sobre nós que possa indicar que os nossos objetivos sejam jornalísticos ou políticos (se assim for).
Ao chegar ao país tive que cambiar uma quantia de dinheiro numa espécie de vales-dinheiro do governo para me poder movimentar no país (dinheiro posteriormente trocado no mercado negro). De facto é esta uma das maneiras como o governo trata de balançar um relativo boicote de divisas internacional.
Na capital Yangon reparei primeiramente no oásis -para mim- produto da pouca publicidade abafante em ocidente. Além disso, há uma mistura de arquitetura post colonial, budista, muçulmana... É possível observar uma grande comunidade proveniente da Índia, maioritariamente Punjabi.
Gostei muito das pessoas sempre com um sorriso na face e curiosidade por saber o que se passa lá fora. O país nesta altura não tinha Internet nem multibancos e apenas em contados lugares era possível ver as televisões estrangeiras via satélite. Era imposível telefonar para o exterior do país, e toda a música estrangeira (Beatles, Elvis, Sinatra, etc.) era traduzida na língua nacional.
Movimentar-se pelo país não é fácil. Pelo contrário, é muito muito dificultoso, estradas desfeitas, com áreas encerradas mesmo para o próprio governo. Trata-se neste caso de zonas de tráfico de ópio consentido pelo governo, ou guerras sendo a mais conhecida contra as etnias Karem e Shan. Há destinos que apenas e possível lá chegar de avião pela situação dos territórios intermédios.
Birmânia e um desses países que está muito fortemente influenciado culturalmente pelo budismo Theravada, filosofia-religião praticada amplamente no pais. Existe uma extensa rede de templos por todo o país; o mais importante está em Bagom, a norte de Yangom.
É muito difícil resumir tanta coisa que há para ver, mas gostei muito do Lago Inle por um acaso aberto às caminhadas pouco antes da minha chegada. Foi lá que tive contacto com as mulheres girafa. Foi impressionante mas muito triste, esta área, foi como uma viagem no tempo.
Algo que adorei um pouco por todo o país foram os seus céus, a alvorada e o pôr-do-sol: não por acaso a Birmânia é conhecida, desde a passagem de Marco Polo, no século XIII, como a "Terra Dourada" pelo especial da sua luz.
Apenas por mencionar alguns lugares interessantes estaria a pagoda de Shwedagom em Yangom, a cidade Mandaly -do meu ponto de vista uma das cidades mais interessantes de Ásia- os templos de Bagam, O monte Topa... Tive também a oportunidade de observar a desflorestação com elefantes das últimas selvas da muito cotizada Teka da Birmânia, perto da Vila Hsipaw, e tenho de dizer que fiquei impactado e ainda mais sabendo que a madeira ia, após passar pela China, às casas mas requintadas de ocidente.
Gostei muito da gastronomia, adoro a comida asiática mas a de Birmânia junto com a thailandesa são para mim das melhores deste continente.
Gostaria que este escrito desse para despertar a curiosidade por este país que vive com enormes contradições, e que por bons e maus motivos é algo assim como Thailandia cem anos atrás.
Em breve chegará o DVD o filme “the Lady” sobre a vida da opositora Aum Su Ky, que mostra um bocadinho -ainda que focado muito na vida desta grande personalidade- do que se passa com este fascinante país em grande medida fechado para o resto mundo.

Manuel López Rodríguez

segunda-feira, 12 de março de 2012

O Tai Chi

O Tai chi é uma arte marcial interna chinesa, que é reconhecida também como uma forma de meditação em movimento.

Os princípios filosóficos do tai chi baseiam-se no taoísmo e a alquimia chinesa, sendo as principais referências o yin e yang, os cinco elementos, os oito Trigramas, o Livro das Mutações (I Ching) e o Tao Te Ching de Lao Zi.

A sua aplicação como arte marcial acontece através do uso de movimentos circulares e contínuos que acompanham e complementam os movimentos do adversário de um modo similar ao ilustrado pelo símbolo do tai chi.

O tai chi tem suas raízes na China, sendo atualmente uma arte praticada en todo o mundo. É apreciado no ocidente especialmente pela sua relação com a meditação e com a promoção da saúde, oferecendo aos que vivem no ritmo veloz das grandes cidades uma referência de tranquilidade e equilíbrio.

Os diferentes aspectos que acompanhan a prática do Tai Chi são:

- A auto defesa;

- O treinamento para a saúde com a melhora das capacidades condicionais e físicas

- O equilíbrio dos aspectos fisícos, emocionais, mentais e espirituais

Os criadores do tai chi basearam a sua arte na observação da natureza - não apenas na observação dos animais, mas no estudo dos princípios da interação entre os diversos elementos naturais. De facto, os movimentos imitam os diferentes elementos da própria natureza, como a água, o vento, os animais…

Em Vigo a divulgação da prática do tai chi teve o seu início na década de 1970 e na atualidade as aulas máis confiáveis são as do ginásio FIT SPORT, onde se encontra o responsável Galego de Tai Chi. Hoje em dia, diversos alunos desse centro desportivo têm se destacado nos encontros Nacionais e internacionais, além disso, esses alunos são campeões de Espanha e subcampeões da Europa.

Pablo Del Río