domingo, 1 de fevereiro de 2015

Tarte de maçã da Alice - a despedida

Tarte de maça

Ingredientes:
4 maçãs
2 ovos
180 gr farinha
100 gr de açúcar
½ fermento
175 ml leite
175 gr frutos do bosque
Confitura de albricoque

Confecção:

Põe-se a farinha, o fermento, os ovos , o açúcar ,duas maçãs e o leite, mistura-se e põe-se numa batedeira.
Deita-se numa forma e unta-se com manteiga, borrifa-se com a farinha . Pela-se duas maçãs, corta-se em pequenos pedaços .
Coloca-se no forno a 180 durante 45 minutos. Deixa-se arrefecer um pouco, tira-se a forma e pinta-se com um pincel e pinta-se com compota de alperce.
Enfeita-se a tarte de maçã com frutos do bosque .
Dica: Ás vezes, pode-se esquentar a tarte e mistura-se com gelado. É uma variante da tarte de maçã, chama-se tarte tatin.
 
Alicia Fernández de la Pradilla Meijide

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Girassol de Espinafres da Mª Luz

GIRASSOL DE ESPINAFRES

INGREDIENTES:
2 lâminas redondas de massa folhada
400 gramas de espinafres
300 gramas de queijo cremoso ( ricota, mascarpone,...)
40 gramas de queijo parmesão
1 ovo
pão ralado
1 ovo para pintar
sementes de gergelim ou girassol

PREPARAÇÃO:
Misturar os queijos com o ovo com uma batedeira, juntar com os espinafres cozinhados e mexer tudo.
Pomos uma das lâminas no tabuleiro do forno e polvilhamo-la com o pão ralado (por si a espinafre solta líquido) fazendo uma circunfêrencia no centro e depois um anel à volta da massa, deitamos a mistura em cima do pão, pincelamos com o ovo batido a beira da massa e colocamos a outra lâmina em cima, juntamos bem com um garfo. No centro em cima da circunfêrencia pomos uma tigela para facilitar os cortes.
Iniciar os cortes desde o borde da tigela até ao bordo da massa. Primeiro quatro em cruz; depois outros quatro na metade destes e finalmente outros oito equidistantes aos cortes realizados. Em total dezasseis cortes ou raios repartidos na coroa do folhado.
Retirar a tigela, pincelamos com o ovo e pomos as sementes no centro. Depois giramos cada raio 90º de maneira que o seu extremo fique perpendicular ao tabuleiro do forno.Temos que ter cuidado de que o giro não provoque a separação do círculo central. Assar a 200º até que tenha cor dourada.


DICA:
Os espinafres podem-se cozer com água ou na frigideira com um pouquinho azeite. Se gostar de um sabor mais forte ponha um queijo diferente.

Pode-se ter preparado e guardar no frigorífoco, pois cozinha-se rápido e é muito bom quente, mesmo que também sabe frio.

Nota: Aprendi esta receita numa aula de cozinha de Montse Alonso.

María Luz López Grande
Básico Integrado.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Portugal, um retrato social: cidadãos


Nos últimos 50 anos Portugal tem vivido uma série de mudanças que transformaram o país no âmbito económico, político, social e cultural.

Nas décadas dos 60 e 70 a maioria dos portugueses passavam fome e frio e não iam à escola. 

A partir dos anos 80 as famílias começam a melhorar. A incorporação das mulheres ao mundo laboral foi determinante para o aumento da qualidade de vida. Mais rendas nas famílias traduz-se em mais comodidades. As pessoas podem comprar carros, aparelhos de televisão, máquinas de lavar roupa, e até mesmo podem tirar umas férias.

De acordo com o documentário, a diferença entre as classes baixas e altas era e continua a ser a maior da Europa. No entanto, é importante destacar que nos anos 90 esta desigualdade tinha diminuído imenso. Crescera a classe média sobretudo nas áreas de serviços e administração. Contudo, nestes anos de crise, as diferenças sociais começam a aumentar outra vez. Os ricos têm mais dinheiro e os pobres vivem precariamente.

Deixando a um lado o tema ecónomico é preciso falar também das atividades de lazer. Foi importante a abertura ao mundo que experimentou o país. Isso fez possível o aumento de espetáculos, museus e concertos para que os portugueses se pudessem entreter.

Se falamos de diversão, uma coisa que não mudou foi a paixão pelo futebol. Todos os portugueses são suportes de alguma equipa de maneira que o país fica parado quando joga a sua selecção.

Mas não todas as mudanças foram boas. Enquanto no passado as refeições convertiam-se no momento da reunião familiar, hoje em dia, não acontece isso. As crianças almoçam na escola, e ao jantar tomam qualquer coisa sentados no sofá diante da televisão. Falta comunicação. 

Os rapazes hoje têm mais liberdade, começam antes no sexo e podem comprar drogas com muita facilidade.

Para concluir, quero dizer que, embora seja impossível adivinhar o futuro, na mina opinião este será muito difícil em todos os âmbitos.



María Rodríguez Martín

Avançado 1

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sopa de alho francês da Maria


Ingredientes

Alhos franceses:3
Batatas médias: 2
Cebola: ¼
Natas: 3 colheres de sopa
Azeite: q.b.
Sal: q.b.
Agua: q.b.

Descascar os alhos franceses, as batatas e a cebola, e picá-los bem Alourar bem os legumes picados na panela com uma base de azeite durante 20-30 min. Adicionar o sal e a água até cobrir. Deixar cozer mais meia hora e depois, ao estar tudo bem cozido, passar os legumes para que nenhum fique inteiro. Adicionar as natas e passar mais um pouco.


Bom apetite!

Coulant de Chocolate do Alexandre


(para 6 pessoas)
·       200 gramas de chocolate( mais de 50% de cacau)
·       200 grs de manteiga, e mais um bocadinho para barrar as formas.
·       100 grs de farinha forte, (se você não tem farinha forte ,acrescenta 1 carteira de fermento Royal   e 100grs de farinha frouxa)
·       50 grs de açúcar
·       3 ovos mexidos






Elaboração
·       Aqueça o forno a 200ºC
·       Barre as formas com manteiga
·       Derreta o Chocolate com a manteiga
·       A seguir , acrescentar a farinha e mexer
·       Depois adicionar o açúcar e bater. Deixar arrefecer um bocadinho
·       Acrescentar com os ovos mexidos e rechear as formas (não preencha muito, para não transbordar)
·       Meter ao forno , ficar à espera de 8 a 10 minutos

DICA: Consumir melhor em quente, e que não se façam muito para não ficarem secos.


BOM PROVEITO

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

CAVALAS AO FORNO


(Fácil e económica)

INGREDIENTES (Para 2 pessoas)
-2 cavalas médias, frescas, abertas e salgadas a gosto
-azeite, por volta de 3 colheres de sopa
-4 dentes de alho inteiros e descascados
-1 limão para sumo
-4 batatas médias descascadas
-1/2 copo de vinho branco verde
-salsa
-1 folha de louro (se gostar)
-sal q.b.


PREPARO

Num tabuleiro de forno deita-se o azeite e molha-se o fundo, colocam-se as batatas cortadas em rodelas molhadas em azeite e salgadas, os alhos e o louro e leva-se ao forno 45´ a 160º.
Depois colocam-se as cavalas acima das batatas, regam-se com o sumo do limão e quando passarem 30´deita-se o vinho, aguarda-se 15´e estão prontas para servir. Acompanhem-se de broa e vinho Dão (prescindível).


Bom apetite!


(Receita do Vicenzo)

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Entrevista ao escritor timorense Luís Cardoso


-Sempre quis ser escritor? Gosta que os críticos se refiram a si como porta-voz da literatura timorense?
Não. Sempre gostei de escrever. Colocaram-me na testa o estatuto de escritor quando as críticas literárias começaram a aparecer de uma maneira positiva com o primeiro livro.

- Porque os seus livros têm sempre a ver com Timor?
Porque neste momento ainda tenho muito para falar sobre Timor. Matéria prima não me falta. Talvez um dia me apeteça falar de outra gente, outra terra. 

-De que coisas tem saudade de Timor?
Da minha infância.

-Poderiam ser os seus livros sejam uma maneira “amável “ de conhecer a história do seu país? Sente-se um pouco historiador da sua pátria?
Não, eu faço ficção. Obviamente arranjo enredos que tenham a ver com a história de Timor.

-Quais são os seus próximos projectos?
Em Julho faço a apresentação do meu último livro em Timor. Preparo-me para esse evento. É a primeira vez que sou convidado pela Secretaria de Estado de Artes e Cultura de Timor-Leste a fazer a apresentação do livro em Timor. Depois dar início ao novo livro que tenho na minha cabeça.

-O que significa para o Luís Cardoso que o seu livro Crónica de uma Travessia seja considerado o primeiro romance timorense?
Nada. Aconteceu apenas por uma questão de oportunidade. Ser o primeiro ou o último não interessa. Foi apenas uma questão de tempo.

-Sendo poliglota, nunca pensou em escrever em outra língua que não fosse o português?
O português é a minha língua de escrita. Aprendi a escrever nessa língua. É nessa língua que me sinto bem quando escrevo. Mas todo o meu imaginário encontra-se em língua tétum. 

-Como é possível que a religião católica coexista com a tradição mágica em Timor sem evocar conflitos?
Os timorenses são essencialmente religiosos e supersticiosos. Creio que no início teve algum conflito dado que a disseminação do cristianismo foi feita a par da colonização. Mas depois os timorenses assimilaram-no sem problemas por motivos que prendem com o facto dos missionários terem tido uma atitude diferente das autoridades administrativas. Abriram escolas em sítios remotos para filhos de nativos.

-Poderia emitir uma opinião sobre o Acordo Ortográfico, que pretende unificar algumas normas ortográficas e gramaticais para os países de língua oficial portuguesa?
O acordo ortográfico é necessário para a uniformização da escrita em língua portuguesa. Mas isso não impede que cada povo a reinvente à medida da sua própria cultura e identidade.

-Gostaria de deixar alguma mensagem para os alunos da EOI?
Não tenho nenhuma mensagem especial senão um grande abraço por me terem recebido sempre com gentileza de todas as vezes em que aí estive como convidado.

-Dentre as suas diversas leituras, poderia dizer que foi influenciado por algum ou alguns autores em particular?
Todos os escritores e todos os livros me influenciaram. Mesmo os maus livros. Se existe um livro que eu gostaria de ter escrito? Certamente a Bíblia. No princípio era o verbo...  
Pesquisa e entrevista por:

Ana Balado, Patrícia Mata, Sabela Morais, Montserrat Natividad, Rosa Rodríguez, María Rodríguez, Nuria Lago (Nível Intermédio)